Postado em 25 de Setembro de 2017 às 11h15

Conheça as bactérias importantes para nosso intestino!

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Quanty Vitta - A Revenda de Produtos Naturais que mais cresce no Brasil Nós temos em nosso intestino cerca de 100 trilhões de bactérias e elas estão envolvidas na produção de vitaminas...

Nós temos em nosso intestino cerca de 100 trilhões de bactérias e elas estão envolvidas na produção de vitaminas importantes para a nossa saúde e, inclusive, na produção de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, além de manterem a integridade do nosso trato digestivo.

Aproximadamente 80% dos nossos receptores imunológicos estão no intestino e se não tivermos uma boa ecologia intestinal com as bactérias boas preservadas estaremos em constante agressão imunológica, comprometendo toda a nossa saúde. O que significa que para termos saúde, precisamos ter o intestino saudável!

Sendo assim, para tratá-las corretamente, devemos comer alimentos fermentados que são ricos em bactérias boas (probióticas) e alimentos ricos em fibras (prebióticos) do tipo inulina e frutooligosacarídeos. Eles promoverão o aumento de bactérias boas que, segundo os estudos, estão relacionadas com a perda peso, controle da glicemia, redução de alergias e até mesmo reversão de certas doenças.

Estratégias para recuperar a ecologia intestinal 

Manter a amizade em dia requer alguns cuidados especiais. São detalhes que fazem toda a diferença e mantém a alegria de todos. No caso da nossa relação com as bactérias boas isso não é diferente. Veja algumas estratégias para recuperar a ecologia intestinal e, de quebra, a boa saúde.

- Antibióticos: só use antibióticos quando realmente for necessário, pois isso promove alteração de microbiotas (flora intestinal) favorecendo certos grupos como os firmicutes, que em excesso aumentam o risco de obesidade.

- Evite carne de animais confinados: 80% do antibiótico produzido na América é destinado para o confinamento. Os animais criados em confinamentos recebem antibióticos que alteram a microbiota. Além de promoverem crescimento e ganho de peso mais rápido, os antibióticos nesses animais também evitam o aparecimento de infecções que atrasam o resultado e tendem a ser frequentes pelas condições inóspitas em que os animais são criados. Além disso, nas rações há muito pesticida que altera as bactérias intestinais e geram resistência a certas medicações, bactérias do solo e alimentos que promovem fármaco-resistência.

- Açúcar refinado e frutose processada: limitar ao máximo o consumo de açúcar refinado e processado na alimentação é critério básico para a saúde do intestino. O açúcar e o xarope de milho rico em frutose aumentam o crescimento de bactérias desfavoráveis, como as leveduras e os fungos. A frutose é mais agressiva do que o açúcar em termos de glicação de proteínas; ela aumenta muito a porosidade intestinal, doenças inflamatórias e a obesidade.

- Alimentos transgênicos e pesticidas: as suas bactérias intestinais esperam um tipo de alimento igual ao fornecido por milhões de anos, e a presença de alimentos que não são reconhecidos pela sua microbiota representam um perigo. É sabido que o uso de glifosato nos alimentos transgênicos altera a microbiota humana, promovendo um ataque duplo em suas bactérias intestinais cada vez que você consome esses alimentos.

- Alimentos probióticos: é muito importante consumirmos vegetais fermentados, Kefir ou suplementos probióticos diariamente, especialmente no caso do uso de antibióticos.

- Fibras prebióticas: consuma muita fibra ou suplemento prebiótico, pois estes vão alimentar a sua flora intestinal promovendo resistência às doenças, saúde e longevidade.

Referências Bibliográficas: 

- British Journal of Nutrition 2011 Sep;106(6):887-95 
- Nature June 14, 2012: 486; 222-227  
- Neurogastroenterology and Motility 2011 Dec;23(12):1132-9. 
- American Journal of Clinical Nutrition March 2008: 87(3); 534-538  
- Nature 2012 Aug 30;488(7413):621-6 
- Science News March 27, 2913  
- Journal of Proteome Research 2010, 9 (6), pp 2996–3004 
- Cell Host & Microbe 2012 Sep 13;12(3):277-88 
- J Expo Anal Environ Epidemiol. 2001 May-Jun;11(3):231-52 
- European Journal of Clinical Nutrition 2010 Jun;64(6):636-43  
- Applied Environmental Microbiology 2004 November; 70(11): 6459–6465

Fonte: Dr Rondó

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